terça-feira, 6 de abril de 2010

O tétrico do pensamento instala o medo no meu corpo.


Não quero pensar!

Os meus ouvidos inundam-se de certezas contudo o pensamento encontra-se lapidado no cemitério do meu ser. O medo cai sobre o meu corpo fúnebre como rosas a brotar de mãos de almas de luto.

Quero abrir este caixão!

Quero sair desta caixa de madeira forrada a lágrimas ocultas!

Quero gritar!...porém a minha voz não consegue alcançar a lógica.

A minha mente confusa gira num remoinho sem fim. Fecho os olhos…adormeço no olho do furacão.
 
 
 
By  Ana Sousa

Um comentário:

Samy Vallo disse...

Aplausos...Belíssimo poema