sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

H.I.M. - Screamworks: Love In Theory And Practice (2010)



Depois de quase quatro anos desde "Venus Doom", o HIM está de volta trazendo "Screamworks: Love in Theory and Practice", seu oitavo disco de inéditas.

Para descobrir o porquê de a popularidade deste quinteto finlandês ter ultrapassado as fronteiras do velho mundo tornando-o uma das principais lideranças do Rock no mundo atualmente, vale a pena baixar esse álbum. E deixe que Sua Majestade infernal te ensine o amor em teoria e prática.

TRACK LIST:
'Ode To Solitude'
'Scared To Death' 'Heart Killer'
'Dying Song' 'Disarm Me'
'Love The Hardest Way'
'Katherine Wheel'
'In The Arms Of Rain'
'Shatter Me With Hope'
'In Venere Veritas'
'Acoustic Funeral'
'St Valentine'
'Smother A Heart'


O blog CRUCIFÈRE divulgou interessantes cometários sobre cada uma das músicas deste novo álbum 2010 de H.I.M., que valem a pena divulgar:

Ode To Solitude - Batidas de um industrial assustador conduzem a um riff bestial. Soa como o hair metal dos anos 80 com uma explosão punk, tudo amarrado no estilo inimitável do HIM. O refrão tem um gancho bem grudento que evolui em torno da letra “here’s to pain”. Um começo estrondoso e up-tempo para o álbum.

Scared To Death - Uma segunda faixa bem pop. Com isso nós queremos dizer que feita sob medida para o rádio. É tocada num tempo semelhante a "Funeral of Hearts", mas não tem os mesmos tons encorpados. O gancho principal evolui em torno das letras “I’m not afraid to say I Love you”.

Heart Killer - Depois de uma intro que parece que foi composta num teclado Casio, guitarras na medida para arenas destroem as barricadas. O HIM está mostrando a que veio, o know-how comercial de "Dark Light" combinado com o tempo de "Love Metal". Há um solo épico no meio também, coisa impressionante.

Dying Song - Tem jeito de single. Bateria com tempo quebrado cresce para um refrão épico, massivo, onde Ville canta suavemente que está trocando de pele por uma alma que está morrendo. Tem também um solo bastante influenciado no Slash.

Disarm Me - Começando com violões, a quinta faixa é uma grande balada que parece que poderia ser a trilha sonora gótica de um grande sucesso do cinema. Twilightcore? Hmmm, talvez não, mas certamente é por aí.

Love The Hardest Way - O som de uma banda redescobrindo seus pontos fortes. HIM sem a menor dúvida, é injetada com gasolina e recaptula os sons marcantes da era "Love Metal".

Katherine Wheel - Estrofes atmosféricas dão lugar a um dos melhores refrões do álbum. “These are the things that you make me do”, canta Ville.

In The Arms Of Rain - Novamente, uma intro bizarra de teclado que parece que poderia ser tirada diretamente do Pong, video-game dos anos 80 (pergunte ao seu pai). A música em si parece "Killing Loneliness" com esteróides. Grandes hooks de vocal por toda parte e se não for chamada ‘In The Arms Of Rain’, a gente morde a língua.

Shatter Me With Hope - O momento mais pesado do disco até agora, o HIM libera os riffs abafados, mas novamente o faz com um traço próprio para rádio. Fique avisado: tem um monstro de um riff no meio desta faixa.

In Venere Veritas - “Let’s fall apart together now” é a introdução calorosa para esta faixa escorregadia e de estilo balada. Há um momento estranho no meio, quase um canto de monges, mas é talvez a faixa mais pop do álbum.

Acoustic Funeral - Teclados que parecem vindos de uma caixinha de música que conduzem a uma faixa enormemente dramática, que se desenvolve em torno de power chords grandes e vibrantes. Não é completamente uma balada, mas certamente um dos momentos mais ternos do álbum.

St Valentine - Uma intro drum ‘n’ bass (sim, você leu certo) dá lugar a um riff marcado. HIM vai além de sua zona de conforto, em direção ao desconhecido, numa música que continuamente menciona St. Valentine. É destemida e corajosa, mas certamente funciona!

Smother A Heart - E agora algo totalmente diferente. Baixo pesado dos anos 80 que parece saído de um filme de terror da mesma época. Uma bateria eletrônica mais gentil toca nesta ode ambiente, que soa como uma interpretação de HIM por DJ Shadow . Ainda é bem HIM por causa dos vocais únicos do Ville, mas de uma maneira eletrônica. Uma das melhores faixas do álbum, mas alguns vão torcer o nariz.


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